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2017-06-21

Diogo Cata Preta | Oracle EBS | ITIL | PMP

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Os agentes do Destino – The Adjustment Bureau Boa noite pessoal, Hoje vi um filme fantastico!

É aquele estilo de filme que te faz pensar por dois dias seguidos. The Adjustment Bureau é um filme de romance e ficção científica dirigido e escrito pelo George Nolfi, com roteiro baseado no conto Adjustment Time de Philip K. Dick. Vou deixar aqui algumas palavras que são ditas no fim do filme. A maioria das pessoas vive a vida no caminho que é traçado, com medo de explorar outras possibilidades. Mas, de vez em quando, sugem pessoas que superam todos os obstáculos que são colocados no caminho. Pessoas que encaram o livre abítrio como dom nunca saberão usá-lo até terem que lutar por ele. Creio que esse é o verdadeiro plano de Deus. E talvez, um dia, eles não escreverão o seu plano de vida. Vocês mesmo o fará.

Grande Abraço e otimo fim de semana a todos 23/10/2011 | Classificado como Cinema | 1 Comentário

Como comprar seus perfumes e cremes da Natura pela internet – Parcelado no Cartão São milhares de pessoas no país inteiro que consomem e são clientes fiéis da Natura, ela possui um amplo mercado de venda de produtos para beleza como cremes hidratantes e perfumes. Em sua cidade existem inúmeras pessoas que vendem Natura e fazem deste produto uma renda extra em seu dia-dia. Você pode estar adquirindo agora produtos da Natura também pela internet, este produto como muitos outros também já possuem um ótimo comércio na internet.

Natura De Pronta Entrega Existem várias pessoas que já vendem Natura, porém sempre sobram clientes em todos os lugares. Seus produtos são caracterizados em todo o mercado nacional de produtos de beleza pela qualidade dos seus produtos e um preço bem acessível para todos, e quem ainda não experimentou nenhum dos seus produtos não sabe o que está perdendo porque não há igual no mercado. Existe um site muito conhecido no Brasil, e que tem despontado na venda desta linha de produtos. O DeProntaEntrega é uma loja virtual especializada em cosméticos e perfumaria e que possibilita inumeras facilidades de parcelamento das compras no mais diversos cartões de crédito. E para facilitar a proria empresa De Pronta Entrega disponibiliza um blog que discute e testas os produtos vendidos na loja. Fica a dica pra vocês. Aproveite e vá as compras com toda a facilidade que as compras ONLINES proporcionam. 14/09/2011 | Classificado como Mundo, Saúde | Deixe um Comentário

Como funciona o CEP no Brasil? Porque tantos dígitos? Que o CEP serve para identificar as ruas e facilitar a entreta dos Correios, todos já sabem. O que poucos sabem é como funciona, e o porque da numeração. O Correio dividiu o país em 10 regiões postais, estruturando o CEP no sistema decimal. Os 8 dígitos significam, da esquerda para a direita: 1. 2. 3. 4. 5. 6.

x0000-000 (Região) 0×000-000 (Sub-Região) 00×00-000 (Setor) 000×0-000 (Sub-Setor) 0000x-000 (Divisor de sub-setor) 00000-xxx (Identificadores de distribuição)

Os números e seus estados correspondentes: Região 0 – Grande São Paulo Região 1 – Interior de São Paulo Região 2 – Rio de Janeiro e Espírito Santo Região 3 – Minas Gerais Região 4 – Bahia e Sergipe Região 5 – Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte Região 6 – Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Amapá e Roraima Região 7 – Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia Região 8 – Paraná e Santa Catarina Região 9 – Rio Grande do Sul Assim como o País está divido em 10 regiões postais (representados pelo primeiro algarismo), cada região está dividida em 10 sub-regiões (segundo), que geralmente é representada por uma cidade e suas adjacências. Cada sub-região está divida em 10 setores (terceiro), depois são 10 sub-setores (quarto) e mais 10 dividores (quinto). Por fim, os três algarismos após o hífen são denominados de Identificadores de Distribuição e destinam-se à identificação individual de localidades, logradouros, códigos especiais e unidades do correio. O Código de Endereçamento Postal (CEP) é um número criado pelos Correios para facilitar e acelerar o encaminhamento da correspondência. De 1971 até 1992, ele teve cinco dígitos. Em 92 foram incluídos os últimos três algarismos, chamados de Identificadores de Distribuição. 03/08/2011 | Classificado como Informática, Mundo, PHP | Deixe um Comentário

Customizações no ERP Muitas customizações na solução de gestão empresarial podem ser um tiro no pé quando a empresa decide atualizar a tecnologia. Por Todd R. Weiss, da CIO.com Se sua empresa optou por customizar o sistema de gestão empresarial (ERP) nos últimos anos, as futuras atualizações da tecnologia provavelmente vão ser mais difíceis. Isso porque, as mudanças geradas podem entrar em conflito com os patches do sistema. Mas, por outro lado, se a companhia estiver utilizando um ERP sob demanda com poucas personalizações, talvez não esteja usando todos os requisitos importantes para os negócios. Então, o que o CIO deve fazer? E como descobrir o que fazer se upgrades ou substituições terão de ser realizadas? Essas são dúvidas enfrentadas regularmente por empresas de todos os tamanhos quando o assunto é o futuro das implementações de ERP na organização, diz Rebecca Wettemann, analista de ERP do Nucleus Research Inc. “Nós vemos mais e mais CIOs optando pela mínima customização”, afirma. “Na última rodada de implementações de ERP que as empresas realizaram, talvez há dez anos, elas optaram por efetuar diversas customizações. Mas eu diria que a maioria, cerca de 90%, está hoje fazendo o inverso. O que resulta em uma adoção mais barata. Essa movimentação torna os upgrades menos perturbadores e menos custosos”, avalia. Parte da razão que gerou essa tendência é que os fornecedores de ERP estão agora reconhecendo que, se construir aplicações que incluem verticalização, será mais fácil para as empresas adotar a tecnologia com menos problemas e menos customizações, pontua. “As aplicações verticalizadas” são desenhadas para indústrias específicas. Por isso, são projetadas para se encaixar em diferentes tipos de empresas. Para ajudar as aplicações se ajustarem à companhia, os fornecedores incluem componentes que os usuários podem configurar de acordo com as demandas dos negócios, sem a necessidade de escrever códigos ou efetuar uma personalização profunda. Isso significa que as aplicações verticalizadas podem ser atualizadas mais facilmente e gerar menos problemas depois da atualização do código do sistema. Um fornecedor que executa bem essa tarefa é a NetSuite, empresa que oferece ERP na nuvem e que permite muitas customizações nos produtos, diz a analista da Nucleus Research. Mesmo alguns dos grandes fornecedores no mercado de ERP tendem hoje a não indicar grandes personalizações. “Se você for à Oracle, eles vão dizer para não customizar o produto”, diz Rebecca. “Eles vão orientá-lo a usar um aplicativo verticalizado”, afirma. Segundo a analista, esse virou um mantra no mercado de ERP. “O que estamos vendo são empresas dizendo ‘vamos adotar essa estratégia agora porque sempre poderemos ajustar ou alterar a plataforma mais tarde’”, diz. A ideia de que o ERP é um grande curativo e que nada pode mudar depois de implementá-lo está acabando. “Os clientes veem isso como uma jogada menos arriscada, uma maneira mais previsível para implementar um ERP e uma forma de minimizar as interrupções e os custos ao longo do tempo”, avalia. Há outros quesitos que devem ser levados em consideração, como a certeza de que encontrará um parceiro de confiança para trabalhar com você durante a atualização do ERP, aconselha. “Eu escuto isso de muitos clientes”, pontua. “No ERP, o sucesso não depende apenas do software, mas do parceiro também. E a escolha de um integrador significa encontrar aquele que tenha experiência suficiente para guiá-lo quando você quiser migrar para o modelo em nuvem ou realizar alguma personalização” afirma. “A companhia vai em busca de alguém que já tenha realizado essas atividades antes para poder ajudá-lo no sucesso da ação”, completa. Ao decidir a estratégia de ERP, é importante ainda trabalhar com os usuários da tecnologia e ouvir opiniões. “As pessoas estão-se tornando os proprietários das unidades de negócios e agora os usuários finais são envolvidos no processo muito mais cedo”, diz ela. “Isso significa que a equipe está mais envolvida e efetuando testes de usabilidade. Isso não era tão comum há alguns anos.” Então, o que mudou? “Hoje, os CIOs perceberam que o usuário é realmente crítico para o sucesso de uma implementação de ERP”, diz Wettemann. “Se os usuários atuarem no projeto desde o início, poderão dar um feedback muito bom para que a empresa possa resolver problemas antes que eles se tornem realidade”, assinala. Outro benefício do envolvimento dos usuários no processo é que esse sistema permite mostrar aos usuários como um aplicativo pode facilitar suas vidas, diz Rebecca. “Essa abordagem geralmente parte de CIOs que provavelmente testemunharam grandes falhas em ERPs que ocorreram devido a problemas de adoção do usuário.” É importante também, diz ela, não subestimar a capacidade tecnológica dos usuários corporativos, mesmo quando você está mostrando novas funcionalidades. “Eles estão ficando cada vez mais experientes em todos os lugares”, diz. Conforme a organização explora suas estratégias de ERP, é uma boa ideia ainda envolver os usuários em discussões sobre os produtos e os fornecedores que a TI está considerando, afirma a analista. “Eles podem dar uma avaliação honesta com base em suas próprias experiências.” Não importa o caminho que você tome, há várias questões-chave para pensar antes de continuar, afirma Rebecca. 1. A aplicação que você está revendo já tem funcionalidades verticais e é configurável da forma que você precisa para os seus processos de negócio? Será que a tecnologia é capaz de fazer o que você deseja? Será que vai funcionar para os seus usuários? 2. O fornecedor e os parceiros têm referências de empresas e indústrias como a sua? Será que eles têm de fazer customizações em vez de simplesmente configurar? Quantas personalizações esse processo envolve? 3. Essa é uma iniciativa liderada pelo CIO ou pela área de negócios? Se você tiver um apoio empresarial forte, pode efetuar uma mudança maior no sistema de gestão, o que significa menos customização do código. Se você optar por atualizar, personalizar, ou substituir, o ERP tem de se adequar à empresa, aos negócios e às necessidades para ser, de fato, um sucesso. Um ponto importante para se lembrar é que você e sua empresa não estão sozinhos em suas decisões sobre o caminho que o ERP tem de tomar. Muitas organizações de grande ou pequeno porte estão passando por problemas semelhantes. “Muitas empresas de médio porte estão optando por implementar um ERP pela primeira vez, enquanto as grandes organizações estão avaliando mudanças e atualizações”, diz a analista. “No mundo Oracle, por exemplo, a maioria está em busca de upgrades nesse momento e esperando para ver o que acontece com o Fusion, geração avançada de ERP da fornecedora. No mundo SAP, não vemos novas implementações agora”, finaliza. 01/08/2011 | Classificado como Informática, Oracle E-Business Suite | Deixe um Comentário

Certificações do PMI – Project Management Institute O Project Management Institute (PMI®) é uma instituição sem fins lucrativos criada nos Estados Unidos em 1969 com a finalidade de promover avanços nas técnicas de gerenciamento de projetos através da qualificação profissional. Vivemos numa sociedade em que a competição e o rápido avanço tecnológico são realidades. Dessa maneira, se faz cada vez mais necessária a capacitação qualitativa dos profissionais dos diversos setores da economia. Pensando dessa maneira que o Project Management Institute vem promover essa capacitação. Hoje, essa organização é a única que possui seu processo de certificação não só reconhecido em todo mundo, como também pela International Organization for Standardzation (ISO). Este processo prevê cinco categorias de certificação, descritas nas seções seguintes: CAPM® PMP® PgMP® PMI-SP® e PMI-RMP®. A credencial Project Management Professional (PMP®) foi criada em 1984 e consiste na certificação da qualidade profissional individual promovida por pelo PMI® e reconhecida em todo o mundo, tanto no que diz respeito ao conhecimento quanto à experiência necessária ao bom desempenho da missão de gerenciar projetos. A certificação CAPM® foi criada com o objetivo de viabilizar a certificação de membros de equipe e gerentes de projeto e até estudantes (2º Grau Completo) que estão iniciando nas carreiras de Gerenciamento de Projetos. Esta certificação tem como objetivo beneficiar profissionais de todas as áreas, pois demonstra o interesse do profissional no ganho de conhecimentos em processos e terminologias de gerenciamento de projeto. A certificação PgMP® foi lançada em 2007 e é voltada para gerentes de programa, que na definição do PMI® é “um grupo de projetos relacionados gerenciados de modo coordenado para a obtenção de benefícios e controle que não estariam disponíveis se eles fossem gerenciados individualmente. Programas podem incluir elementos de trabalho relacionados fora do escopo dos projetos distintos no programa”. A certificação PMI® Scheduling Professional foi criada com o objetivo de validar a experiência e conhecimento inerente à programação e elaboração de cronogramas de projeto. Em decorrência dos projetos terem se mostrado maiores, mais complexos e mais diversos globalmente, o mercado sugere que risco e cronograma sejam tratados como aspectos chave de um projeto. A certificação PMI-RMP® comprova a capacitação em termos de habilidades e conhecimentos dos profissionais credenciados para atuarem em projetos críticos, através da identificação e mapeamento de riscos, definição de respostas (mitigando ameaças e capitalizando oportunidades) e comunicando os riscos. Em alinhamento com as expectativas e demandas do mercado no sentido de destacar papéis específicos nos time de projeto, o Departamento de Certificação do PMI® identificou a necessidade de introduzir duas novas credenciais no ano de 2008: uma das certificações será destinada a Gerenciamento de Riscos e a outra a Gerenciamento de Cronogramas (Scheduling). Fontes: Escritório do PMI em Minas Gerais 06/04/2011 | Classificado como Certificações, Gerência de Projetos | Deixe um Comentário

Aprovado – Certificação Oracle E-Business Suite R12: E-Business Essentials

Mais uma vez gostaria de compartilhar com todos que, ontem 04/10/2010 fui aprovado na prova para a certificação da Oracle E-Business Suite R12: E-Business Essentials. Este é o primeiro passo para a especialização nos diversos módulos do sistema EBS da Oracle. Para quem pretente tirar este certificado, um resumo breve: são 57 questões de multipla escolha, para serem resolvidas em 1 hora e meia (90 minutos). Para ser aprovado é necessário um acerto de 64% das questões (37 questões). O custo para a realização da Prova é de US$125,00 pago atráves do site da VUE (o agendamento da prova pode ser feito pelo site também, sendo possível escolher a instituiçao, a data e a hora). Conforme já comentei em outros posts, aqui em Uberlândia temos um Centro Credenciado VUE, onde pode ser realizada a prova. Quem precisar de mais informações, dicas, onde conseguir o material, etc. pode deixar um comentário que posso ver no que posso ajudar. Vou deixar aqui alguns links fundamentais para aqueles que querem prestar a prova.

Sobre a Prova IZO – 204 http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=41&p_org_id=1080544&lang=US&p_exam_id=1Z0_204

Material de Estudo http://download-uk.oracle.com/docs/cd/B34956_01/current/html/docset.html Grande Abraço 05/10/2010 | Classificado como Certificações, OEBS, Oracle | 3 Comentários

Confira as obras literárias referenciadas em Lost Abaixo você confere as obras literárias que apareceram em Lost, algumas disponíveis para download, para baixar clique no link. 1 – A Bíblia – A bíblia sagrada aparece em 5 referências. Em uma delas Eko encontra a Bíblia de Yemi na Igreja. A foto dos dois irmãos mais jovens estava entre os capítulos 4 e 5 de Isaías (sobre o julgamento de Deus) e foi aparentemente a última coisa que Yemi leu antes de entrar no avião cheio de drogas. 2 – Carrie, a Estranha (Stephen King) – São 6 referências ao livro de Stephen King. Numa delas Ben é visto lendo um livro em sua biblioteca, presumivelmente para a discussão do clube de leitura mais tarde, e conclui que ele o torna depressivo. (“One of Us”). 3 – Os Irmãos Karazamov (Dostoievski) – São 3 referências, em uma delas Locke dá o livro a Ben (ou Henry Gale) para ele ler. 4 – O senhor das moscas (William Golding) – São duas referências, sendo que foi primeiro mencionado por Sawyer após ele capturar Jin por acreditar ter sido ele o responsável por atear fogo na balsa (mais tarde, ficou provado que não era ele) e disse, “O pessoal da praia pode ter tido médico e fiscal há um mês, mas agora é hora do Senhor das Moscas”. 5 – A invenção de Morel (Adolfo Bioy Casares) – Sawyer lê esse livro enquanto está em sua casa na Vila dos Outros, morando com Hurley. 6 – Riso no Escuro (Vladimir Nabokov) – Hurley pega o livro e lê no episódio “Flashes Before Your Eyes”. O livro estava no Esconderijo de Sawyer. 7 – The Survivor of the Chancellor (Júlio Verne) – Regina está lendo esse livro de cabeça para baixo quando Minkowski quer falar com Sayid e Desmond no cargueiro. 8 – Valis (Philip K. Dick) – Locke dá esse livro para Ben ler enquanto o líder dos Outros está preso no porão da casa de Locke. Ben diz que já o leu e Locke o manda ler de novo, porque ele pode ter esquecido alguma coisa. 9 – Rainbow Six (Tom Clancy) – Uma cópia do livro foi encontrada na estante da estação O Cisne, mas foi mostrada muito rapidamente. 10 – Ratos e Homens (John Steinbec) – São duas referências, numa delas Sawyer está lendo o livro na prisão. 11 – Ao Fim de Tantos Anos (Susan Isaacs) – O livro pode ser visto na estação Cisne perto da cama onde Sawyer está se recuperando das feridas causadas pelo incidente com a balsa (livro mostrado muito rapidamente). 12 – Alice no País das Maravilhas (Lewis Carroll) – Em “White Rabbit“, “Jack e Locke discutem sobre as visões de Jack e Locke o aconselha a persegui-la, uma comparação com o Coelho Branco de Alice no País das Maravilhas. Locke diz a Jack para dar um tempo e considerar a possibilidade que tudo está acontecendo na Ilha por uma razão. Ele, então, diz a Jack ‘Eu olhei dentro dos olhos dessa Ilha e o que eu vi… foi lindo’, referindo-se ao encontro dele com o Monstro em “Walkabout”. Em “The Man Behind the Curtain“, durante os flashbacks, vemos a mãe de Ben em um vestido muito parecido com o de Alice (azul e branco). O jovem Ben também se utiliza de um coelho branco para ter certeza de que é seguro caminhar pela floresta do outro lado da cerca sônica. Ben segue o coelho e há aí uma similaridade de quando Alice segue o coelho branco até o fundo do buraco e para dentro do País das Maravilhas. Em “Through the Looking Glass“, a referência ao trabalho literário de Charles Lutwidge Dodgson acontece quando Charlie está preso em uma estação da Iniciativa DHARMA chamada O Espelho (ou The Looking Glass em inglês, que é título do segundo livro de Alice chamado de, em inglês, Through the Looking-Glass and What Alice Found There). 13 – Você está aí, Deus? Sou eu, Margaret (Judy Blume) – Esse livro foi visto sendo lido Sawyer na praia. Ele não gostou do livro, chamando-o de “previsível”, com “nenhum pouco de sexo”. 14 – Bad Twin (Gary Troup) – Enquanto que o romance Bad Twin nunca faz referências explícitas aos eventos do seriado, há um grande número de referências do romance mencionados em Lost. Elas incluem: – Quando visita pela primeira vez Cliff Widmore no escritório, Artisan acidentalmente para no andar 42, que pertence a Fundação Hanso. Notavelmente, 42 é o último número da seqüência de números em Lost. – O pai de Cliff faz uma rápida declaração sobre Mittelwerk sendo desagradável como membro da companhia de sua própria família e que ele preferia Alvar Hanso antes de colocar Mittelwerk em seu lugar. – Enquanto estava em Los Angeles, Artisan para em um restaurante chamado “Mr. Cluck’s Chicken Shack”. Esse é o mesmo restaurante que Hurley trabalhava antes de ganhar na loteria. – Várias viagens de avião são feitas no decorrer do livro, utilizando a Oceanic Airlines, a mesma companhia que sofreu o acidente em Lost. – Uma comissária de bordo no vôo para a Austrália é um referência deliberada ao personagem Cindy Chandler, que era a suposta namorada de Troup. Ele havia dito que fez a personagem como uma piscadela para seu amor. Por acaso, o sobrenome de Cindy pode ser uma referência a Raymond Chandler, um dos mais famosos autores de romances sobre detetives particulares e fonte de inspirarão para Bad Twin. – Zander e Cliff, são irmãos gêmeos, mas um nasceu antes da meia noite e o outro depois, isso faz com que os aniversários deles sejam em dias diferentes. As datas dos aniversários são 15 e 16 de Agosto, ou 15/8 e 16/8. 8, 15 e 16 são três dos notórios números de Lost. As datas dos aniversários são também usadas com senhas para o acesso a propriedade do pai, a senha é 81516. Quando digitando essa senha, um dos personagens comenta durante a cena sobre como “há certos números que você se lembra por toda a vida”. – A família Widmore é o centro do romance e Penelope “Penny” Widmore, filha de Charles Widmore, é apresentada no episódio final da segunda temporada como o amor de Desmond, antes dele naufragar na Ilha. – A idéia central durante todo o romance é o dualismo, seja na dualidade dos gêmeos ou nas forças opostas do bem e do mal, o narrador está constantemente se relatando aos eventos da história em termos dualísticos do mundo. Isso se relaciona perfeitamente com o recorrente mote do branco e preto em Lost. 15 – Uma Breve História do Tempo (Stephen Hawking) – Esse era o livro que Aldo estava lendo enquanto ele vigiava o prédio onde Karl estava preso. Ele aparece marcando informações do capítulo 7, ‘Black Holes Ain’t So Black’ (Buracos Negros Não São Tão Negros). O capítulo fala da natureza dos buracos-negros e, especificamente, descreve o horizonte do evento, que é o limiar do caminho sem volta. A versão do livro que ele estava lendo é parecida com a edição do décimo aniversário, publicado em 1998, pois a primeira linha no topo indica a edição como está visível na imagem e essa versão tem a capa dourada. O livro também aparece na sala de estar de Ben em “The Man from Tallahassee”. 16 – Trabalho Sujo (Stuart Woods) – O livro pode ser visto na estação O Cisne na cama de Sawyer, quando ele está se recuperando dos ferimentos causados pelo acidente na balsa (o livro é mostrado muito rapidamente). Uma cópia do livro é mostrada na estante do escritório de Jack, junto com Two Dollar Bill, também de Stuart Woods. 17 – Ardil-22 (Joseph Heller) – Enquanto seguia mais uma de suas visões, Desmond leva Hurley, Charlie e Jin pela floresta. Eles veêm um helicóptero caindo no oceano e entram na mata para procurar por sobreviventes (embora Desmond refira-se a sobreviventes como “ela”). Eles localizam vários objetos pessoais, incluindo uma edição brasileira de Ardil-22. Quando abre o livro, Desmond descobre outra cópia da fotografia dele com Penelope. 18 – Morte na Praia (Agatha Christie) – Esse é um dos romances que Sawyer lê na Ilha. Ele é visto lendo quando Nikki se aproxima dele em “Exposé”. Nikki, é enterrada viva inadvertidamente, conectando o tema do livro aos eventos do episódio em questão. 19 – Observação do Passado (Peter Wright) – O livro pode ser visto na estação O Cisne, na cama de Sawyer quando ele está se recuperando dos ferimentos causados pelo incidente com a balsa (mostrado muito rapidamente). 20 – Lancelot (Walker Percy) – Sawyer este lendo esse romance na Ilha. 21 – A Ilha Misteriosa (Júlio Verne) – O livro é citado por Shannon quando ela refere-se a Ilha como “Ilha Louca Misteriosa”. 22 – Incidente na Ponte de Owl Creek (Ambrose Bierce) – O livro foi visto em “The Long Con“. 23 – A Odisséia (Homero) – Há referências ao épico grego durante o seriado, incluindo o uso de flashbacks para ilustrar cada história dos personagens. 24 – Nosso Amigo Comum (Charles Dickens) – No episódio final da Segunda Temporada, “Live Together, Die Alone“, é revelado que Desmond carregava consigo uma edição do livro em capa dura Our Mutual Friend que é mantida fechada com faixas de borracha, com a inteção apenas de ser aberto e lido no último momento antes de morrer. Provavelmente sabendo do significado do livro para ele, Penelope colocou uma carta do seu amor e devoção eterna no livro, com a intenção que Desmond lesse em seu maior momento de desespero quando encarcerada na prisão miltar. No entanto, ele não achou a carta lá, já que havia deixado o livro no depósito da prisão jundo com os seus pertences, os quais ele não recebeu até a sua libertação. No Cisne, ele finalmente achou e leu a carta dela quando abriu o livro para ler pois estava desejando o suicídio após viver anos no abrigo. É revelado que esse momento aconteceu ao mesmo tempo em que John Locke também estava em desespero e batendo fortemente na escotilha no final da Primeira Temporada, no episódio “Deus Ex Machina”. A combinação da descoberta dessa carta e da aparição de Locke aparentemente salvaram a sua vida, já que ele rejeitou o suicídio. Desmond também escondeu a Chave de Emergência nesse livro. Na Segunda Temporada, episódio “Orientation”, quando o Computador foi danificado, ele também procurou pelo livro antes do computador ser finalmente consertado. 25 – Um Estranho em uma Terra Estranha (Robert A. Heinlein) – Esse romance compartilha o título com o episódio 9, “Stranger in a Strange Land“, da Terceira Temporada. 26 – Um Conto de Duas Cidades (Robert A. Heinlein) – “A Tale of Two Cities” foi o primeiro episódio da 3ª Temporada e o 50º de Lost; foi ao ar em 4 de Outubro de 2006. 27 – O Terceiro Tira (Flann O’Brien) – “Desmond aparece lendo O Terceiro Tira quando a escotilha é finalmente invadida pelos sobreviventes do Vôo 815 Oceanic no começo da Segunda Temporada; O livro está visível na cama de Desmond dentro do Cisne. O redator de Lost, Craig Wright, disse que foi dele a idéia de inserir o romance O Terceiro Tira em Lost. 28 – O Sol é para Todos (Harper Lee) – Juliet diz a Jack que está colocando uma fita desse filme quando, na realidade, ela coloca um filme que ela fez em casa. Nessa fita, ela está segurando cartazes e silenciosamente pedindo a ele para juntos matarem Ben durante a cirurgia. 29 – A Volta do Parafuso (Henry James) – Desmond diz a Locke e Jack para olhar entre esse livro e encontrar o Filme de Orientação do Cisne. Kelvin diz a Desmond para colocar o filme entre esse livro quando ele acabar de assistir. 30 – Watership Down (Richard Adams) – Watership Down, originalmente, pertenceu a Boone, pois ele olhou o livro no voo 815 Oceanic. Sawyer é visto por Boone lendo o livro, o que leva Boone a acreditar que Sawyer encontrou a sacola que continha o remédio para asma de Shannon. Sawyer diz a Kate, “Inferno de livro. É sobre coelhos”. 31 – O Mágico de Oz (L. Frank Baum) – Embora o livro nunca tenha sido visto em Lost (porém, já foi mencionado por Locke no episódio “The Man Behind the Curtain“, o qual leva esse nome por causa do filme), O Mágico de Oz tem sido comparado a várias séries de TV pelos fãs. O paralelo com Lost causou muita especulação em torno das teorias do seriado. 32 – Uma Dobra no Tempo (Madeleine L’Engle) – Esse é um dos romances que Sawyer lê na Ilha. Ele lê a edição comemorativa de 1976 publicada pela editora Bantam Doubleday Dell Books for Young Readers (a arte da capa é de Cliff Nielsen). 11/02/2010 | Classificado como Cinema, Lost, Séries | 2 Comentários

O que é Oracle E-Business Suite? Oracle E-Business Suite é um pacote de aplicativos que permite a uma organização gerenciar os processos chaves de seu negócio. Este aplicação é conhecida no mercado por varios nomes: Oracle Enterprise Resource Planning (ERP) Oracle Apps Oracle Applications Oracle Financials e-Biz EBS (e-Business Suite). Neste site eu sempre irei usar a referencia como E-Business Suite ou Oracle Applications. No passado, não muito distante, era pratica comum para as organizações desenvolver software “em casa”, para automatizar os processos do negócio. Eu mesmo trabalhei por mais de 1 ano na construção do sistema de gestão de sinistro (ECHO) da gigante Van Ameyde. A maioria dos softwares desenvolvidos “em casa” correspondem precisamente o que o negocio necessita. Entretanto, o fundamento do fluxo do negócio e processos como os de contabilidade, contratos, recursos humanos, e gerenciamento de pedidos são baseadas em principios comuns para qualquer organização. Por exemplo, grande partes das empresas necessita de um sistema que faça compras de fornecedores e um sistema quee faça pagamento dos fornecedores e eventos conhecidos como transações que devem ser contabilizadas no relatórios financeiros. Enterprise Resource Planning (ERP) é um pacote de softwares que disponibiliza diferentes tipos de funcionalidades dentro de si, entao um cliente que compra este pacote de software não precisa desenvolver o mesmo software novamente.

Familia de Produtos Oracle E-Business Suite é um produto que cobre grande parte de todo o fluxo de negócio amplamente usados na maioria das organizações. O negócio pode implementar quantos módulos forem necessários mas o sistema continua naturalmente integrado devido a arquitetura do E-Business Suite. Isto permite que as informações continuem integradas e disponivel para a empresa; isto reduz muito os gastos com a TI (Tecnologia da informação) e torna o negorio mais eficiente. Ao contratio de se tentar gerenciar uma solução de software geralmente heterogeneo, desenvolvida “em casa”, que frequentemente usa diferentes sistemas e tecnologias de desenvolvimento, sendo portanto extremamente dispendioso e complexo. Os produtos oferecidos pelo E-Business Suite são organizados em familias: Financials Procurement Customer Relationship Management (CRM) Project Management Supply Chain Planning and Management Discrete Manufacturing Process Manufacturing Order Management Human Resources Management System (HRMS) Aplications Technology No E-Business Suite, cada familia consiste de aplicativos. Por exemplo, alguns dos aplicativos que compoem o produto Oracle Financials são: General Ledger (GL) Paybles (AP) Receivables (AR) Cahs Management iReceivables iExpenses Espero que tenham gostado deste over-view do Oracle EBS. Muito obrigado e até a próxima. 28/01/2010 | Classificado como OEBS, Oracle, Oracle E-Business Suite | 3 Comentários

Conheça um pouco mais sobre Oracle e-Business Suite

Imagem da tela de logon do OEBS R12 O Oracle E-Business Suite, também conhecido como Oracle Applications ou Oracle Financials, possui aproximadamente 25.100 tabelas e 33.000 visões (views) em seu banco de dados. Um dos principais desafios aos desenvolvedores de relatórios que acessam estas informações do Oracle EBS é determinar a localização correta dos dados neste conjunto tão grande de objetos disponíveis. Neste artigo iremos discutir como a Oracle organizou o banco de dados do Oracle EBS para tornar mais fácil o trabalho dos desenvolvedores. Cada produto ou módulo do Oracle EBS possui seu próprio esquema de banco de dados, nos quais estão localizados os seus objetos. Por exemplo, o módulo BOM (Bill of Materials) tem um esquema próprio de banco de dados com seu código ‘BOM’. Cada um dos módulos do Oracle E-Business Suite tem um código identificador único que é usado para nomear seus respectivos esquemas de banco de dados. Existe um esquema principal, chamado APPS, com um usuário também chamado APPS que tem privilégios para acessar objetos de outros esquemas. O APPS possui todos os objetos de código de banco de dados, como procedimentos (procedures), gatilhos (triggers), funções (functions), pacotes (packages), visões (views) e visões materializadas (materialized view), assim como tem direito de acesso às tabelas, índices, seqüências (sequences) e restrições (constrains) de outros esquemas pertencentes a outros produtos. O esquema APPS aumenta a confiabilidade e reduz o tempo necessário para a instalação inicial, instalação de novas versões (upgrade) e instalação de correções (patches), pois elimina a necessidade de controle de direitos de acesso entre produtos. Para produzir os relatórios, os desenvolvedores devem conectar-se ao banco de dados usando o usuário APPS na base de testes, pois este usuário tem permissão de acesso a todos os objetos que fazem parte do Oracle EBS. Além disso, a Oracle facilitou a busca pelos objetos desejados pelo desenvolvedor, pois adotou um padrão para nomenclatura dos objetos de banco de dados. Todos os nomes de objetos iniciam com a abreviação do produto. Por exemplo, o módulo de compras (purchasing) tem a sigla ‘PO’ e todos os objetos deste módulo começam com ‘PO_’. Localizar o dado desejado em mais de 50.000 objetos não é uma tarefa fácil assim, conhecer os padrões de nomenclatura de objetos e como eles são armazenados, facilita o trabalho dos desenvolvedores. A Oracle disponibiliza aos seus clientes e parceiros um manual eletrônico de referência técnica (ETRM – Electronic Technical Reference Manual) que tem informações sobre todos os objetos e esquemas do Oracle E-Business Suite. Ele pode ser acessado online no endereço http://etrm.oracle.com e fornece um bom suporte para localização da informação desejada. Para ter acesso a este manual é necessário primeiramente que o usuário tenha permissão de acesso ao Metalink (http://metalink.oracle.com) Oracle Support (http://support.oracle.com). Estas são pequenas dicas de como sua empresa pode localizar informações específicas para o desenvolvimento de customizações do Oracle E-Business Suite. Espero que tenham gostado das dicas. 16/01/2010 | Classificado como Certificações, OEBS, Oracle, Oracle E-Business Suite | Deixe um Comentário

TI Verde: Melhores dicas para tornar sua empresa sustentável

TI deve se tornar mais sustentavel Cada vez mais cresce a pressão para que as empresas sejam sustentáveis. No entanto, a maioria delas sequer possui profissionais com foco em questões voltadas a sustentabilidade e gestão em meio-ambiente. Lacuna que abre portas às equipes de tecnologia da informação (TI), as quais têm excelente chance de tomar proveito do que já sabem sobre TI Verde. Ou sejam, estão na frente de outros profissionais por deterem mais conhecimentos sobre sustentabilidade e liderar esse processo nas organizações. Agora, por que TI deve assumir esse papel? A primeira razão é o fato de a tecnologia estar presente em todas as áreas da organização. Segundo, as principais medidas para economizar energia elétrica e cortar custos e que contribuem para o meio-ambiente vêm de ações da área de TI. O problema está em como obter conhecimento para liderar a área. “Não existe ainda um currículo padrão para as melhores práticas de TI Verde”, diz o vice-presidente da consultoria inglesa Datamonitor Group e um dos fundadores da consultoria verde SIG411 LLC, Adrian Bowles. Isso significa que os profissionais precisam aprender sozinhos ao mesmo tempo em que são cobrados para entregar resultados “verdes”. A reportagem do Computerworld nos Estados Unidos ouviu diversos líderes de TI e identificou cinco conjunto de ações bastante valiosas, que podem ajudar as empresas a torná-las mais sustentáveis. Confira abaixo: 1. Crie ambientes que tornem viável projetos com foco em sustentabilidade Organizações de todos os tipos e tamanhos estão tentando criar ambientes de trabalho mais sustentáveis. Algumas até vêm buscando a liderança na área com certificados oficiais que atestem essa condição. Para tanto, os profissionais de TI são chamados a criar soluções. “Não é algo que costumamos fazer na condição de profissionais de tecnologia” diz o vice-presidente global de Energia e Utilites da IBM, Brad Gammons. Os profissionais de TI vão ter que pensar em como suas decisões causam impacto no projeto de sustentabilidade e, consequentemente, na forma em que as instalações da empresa afetam a infraestrutura tecnológica. “O impacto é grande nos tipos de dispostivios usados, no local onde as pessoas serão alocadas, assim como nos espaços de trabalho que são desenhados, entre outras questões”, explica Gammon. O departamento de tecnologia também precisa entender melhor as infraestruturas complexas usadas para a manutenção de prédios inteligentes. Tecnologia cuida dos espaços físicos, sistemas de segurança, controle de acesso e, em alguns casos, até mesmo dos sistemas de aquecimento e ar condicionado. “Nos velhos tempos, o gerenciamento de sistemas de edificações funcionavam como ilhas. Hoje, tudo se integrou no departamento de TI”, afirma o vice-presidente global de energia e sustentabilidade da Johnson Controls, Clay Nesler. A empresa é fornecedora de soluções de energia para edifícios. De acordo com Nesler, os técnicos de TI devem entender as métricas e os sistemas de monitoramento que estão por trás dos edifícios sustentáveis e entender, com clareza, que eles possuem requisitos diferentes de outros sistemas relacionados aos computadores. “Você não pode resetar um ar condicionado da mesma forma que faz com um servidor”, diz. “Há questões de segurança e de saúde ligadas ao uso do equipamento. Se o profissional olhar somente para o console de sistema, pode levar em consideração todas essas variáveis”. 2. Mantenha regras que controlem as emissões de carbono A TI passa a ter, também, a responsabilidade de cortar as emissões de carbono da empresa, mesmo aquelas que precisam manter uma rede de logística vasta. Assim, alguém da área de tecnologia deve entender de carbono e saber mensurá-lo nos produtos e processos por toda a companhia, diz Adrian Bowles, da Datamonitor. Assim, a área de TI terá de colaborar com outras unidades de negócios para calcular, capturar e reportar todas as atividades de compra e saídas feitas por diversos departamentos. Ou seja, dentro do próprio departamento de tecnologia, por exemplo, pode-se avaliar quanto o desenvolvimento de uma aplicação vai emitir de carbono com a energia gasta com hardware em testes. Todas as unidades possuem suas próprias questões do gênero. “Assim, o profissional de TI precisará entender a economia e as implicações do gerenciamento de carbono: o que é monitorado hoje, o que deveria ser monitorado e quais serão as demandas do futuro que também precisarão ser observadas”, explica Bowles. “Não dá para gerenciar o que não se consegue medir”. 3. Procure se adequar às regulamentações ligadas ao meio-ambiente Os líderes de tecnologia estão se deparando com leis e regulações que impactam tudo o que a TI produz, compra, descarta e emite de carbono. No Brasil, as iniciativas existem, mas ainda são incipientes. A regulamentação que existe no mundo é um excelente parâmetro, sobretudo pelo seu rigor, embora sejam realistas quando à possibilidade de se adotar uma postura mais verde e sustentável, sem impacto nos negócios. 4. Adote políticas de gerenciamento de energia Os profissionais da área de TI devem desenvolver um melhor entendimento sobre a necessidade de energia de toda a organização e como as pessoas se relacionam com os dispositivos elétricos, diz o diretor de marketing e ecotecnologia da Intel, John Skinner. O executivo reconhece que a maior parte das companhias já possui pessoal específico para cuidar da conta de energia, mas acredita que os profissionais de TI é que deverão se envolver com a área e em tecnologias que começam a despontar, como a virtualização. Além de desenvolver sistemas de monitoramento, criar data centers eficientes, pensar na tendência das redes inteligentes de energia elétrica e em seus requisitos, os profissionais também devem lidar com uma situação em que a alimentação não é suficiente para atender às necessidades da empresa em determinados locais. “A menor disponibilidade de energia também é algo que exigirá grandes esforços dos profissionais”, afirma o analista sênior da Datamonitor, Vuk Trifkovic. 5. Reconstrua as habilidades já existentes Análises de negócios: as empresas terão de incluir em suas soluções de análises de negócios módulos que direcionem projetos verdes. Para fazer isso, elas terão de determinar o que deve ser analisado e como apresentar os resultados e informações. Gerenciamento de mudanças: mudar significa deixar o que já está definido para ações como, desligar monitores ao deixar o posto de trabalho, abandonar o scanner que fica sob a mesa, entre outras questões. É necessário entender como influenciar as pessoas para comprar a ideia da sustentabilidade. Telecomunicações: os departamentos de TI imploram por especialistas na área, segundo Bammons. As iniciativas verdes também devem incluir redução de viagens, o que se traduz na necessidade de soluções avançadas de comunicações. A implantação de infraestrutura para possibilitar o trabalho remoto também conta muitos pontos. Gerenciamento de ativos: as empresas começaram a analisar produtos com critérios verdes. Com isso, os líderes de TI precisam considerar novos fatores ao calcular o custo total de propriedade de seus ativos. Eles terão de considerar a quantidade de gases tóxicos que o ativo produz, além da eletricidade que consomem e o custo para realizar um descarte ecologicamente correto no final do ciclo de vida. Fonte: ComputerWorld 16/01/2010 | Classificado como TI Verde | Deixe um Comentário Próxima Página Õ

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